Muitas vezes sentimos a necessidade de ter a razão sobre as coisas mesmo não sabemos se a temos ou não.
Acredito que possa ser insegurança, muitas vezes fazemos isso sem maldade nenhuma, apenas pegamos uma vaga informação e fazemos dela uma verdade e a tornamos uma bandeira a ser protegida com todas as nossas forças, procurando uma auto-afirmação.
E esquecemos que uma das coisas mais fabulosas que existe é aprender, é ouvir, mas não recrimino quem quer defender sua idea, acho que cada um tem que segurar sua espada e lutar pelo que acredita ate encontrar algo ou alguém que lhe mostre uma nova razão. Um guerreiro só luta apaixonadamente pelo aquilo que acredita e errar faz parte do desenvolvimento pessoal, insistir no erro é que perda de tempo.
O mais importante é estar aberto a novas possibilidades, é ouvir mais do que falar, é estar pronto para as mudanças.
Mas isso gera um conflito, quando duas pessoas querem defender suas razões acabam por muitas vezes discutindo, ai vem uma pequena lição que tive esses dias.
Em nome do amor e do carinho você deve, não abandonando suas crenças e nem suas razões, deixar que seu colega guerreiro se guie através daquilo que ele acredita, temos que nos lembrar que nossos caminhos são solitários e nosso aprendizados também, não podemos interferir no aprendizado de outro, se ele tiver errado em algum momento o seu caminho ira mostrar isso, deixe claro sua opinião, levante sua bandeira, mas deixa o coração do guerreiro livre para que ele escolha sua própria direção.

“Que seu coração seja valente e apaixonado
Lutando sempre a favor do que acredita
Mas que seja humilde diante do próprio erro,
E que o erro nunca o tire a coragem de ser um bom
Guerreiro.”
Inspirado em post do Orkut de Anna Levy.
SER FELIZ OU TER RAZÃO…
Oito da noite numa avenida movimentada. O casal já está atrasado
para jantar na casa de uns amigos.
O endereço é novo, assim como o caminho que ela conferiu no mapa
antes de sair.
Ele dirige o carro.
Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda.
Ele tem a certeza de que é à direita.
Discutem.
Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mau humorados,
ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe que estava errado.
Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado,
enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns
minutos mais tarde.
Mas ele ainda quer saber:
- Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho
errado, deveria insistir um pouco mais.
E ela diz:
- Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à
beira de uma briga, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite.
MORAL DA HISTÓRIA:
Esta pequena história foi contada por uma empresária durante uma
palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para
ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos
razão, independentemente de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história,
tenho me perguntado com mais freqüência:
“Quero ser feliz ou ter razão?”
Pensem nisso e sejam felizes !!
E outro pensamento parecido diz o seguinte:
“Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam.”
Anna Levy
Temos que nos espelhar em sabias pessoas…. Obrigado por ter sido minha inspiração.
Nil Tojal, um bardo solitário.